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| Nota: não é a perna da minha mãe |
Como
foi o meu dia de hoje? Glad you asked!
“Tranquilo”.
Passo a explicar: estava eu em casa descansado no computador, quando de repente, ouvi um grande estrondo. O que é que aconteceu? Nada de especial, pensava eu.
Mas logo depois ouço o meu nome a ser gritado… Apercebo-me que é uma situação grave: atiro o computador e começo a correr para a divisão onde estava a minha mãe a fazer limpezas. Encontro-a deitada no chão (e aí estranhei logo a situação, pois a minha mãe não se costuma deitar aí devido ao problema de coluna que tem).
Passo a explicar: estava eu em casa descansado no computador, quando de repente, ouvi um grande estrondo. O que é que aconteceu? Nada de especial, pensava eu.
Mas logo depois ouço o meu nome a ser gritado… Apercebo-me que é uma situação grave: atiro o computador e começo a correr para a divisão onde estava a minha mãe a fazer limpezas. Encontro-a deitada no chão (e aí estranhei logo a situação, pois a minha mãe não se costuma deitar aí devido ao problema de coluna que tem).
“PARTI A
PERNA!” –
diz-me ela, com uma expressão facial que demonstrava dor.
Portanto, tinha logo de agir. A primeira coisa que decidi fazer foi acordar o meu pai, a quem tinha dado a moleza depois de almoço e que, apesar de toda a “estrondeira” ainda se encontrava a cochilar. Agarro-o nas mãos e digo-lhe “PAI, TU NÃO OUVES NADA? A MÃE CAIU E PARTIU A PERNA”. Admito: poderia ter sido mais calmo na maneira como o acordei. “Pânico” era a palavra escrita na testa dele. Ao subir as escadas, ele ia caindo.
Portanto, tinha logo de agir. A primeira coisa que decidi fazer foi acordar o meu pai, a quem tinha dado a moleza depois de almoço e que, apesar de toda a “estrondeira” ainda se encontrava a cochilar. Agarro-o nas mãos e digo-lhe “PAI, TU NÃO OUVES NADA? A MÃE CAIU E PARTIU A PERNA”. Admito: poderia ter sido mais calmo na maneira como o acordei. “Pânico” era a palavra escrita na testa dele. Ao subir as escadas, ele ia caindo.
Chegamos ao pé de minha mãe, pegamos nela e
pusemo-la na cama. Próximo passo: ver como estava a perna. Ao destapá-la,
apercebi-me logo que estava efetivamente partida, pois não estava alinhada. O
meu pai começou a sentir-se mal: ficou branco. Albinismo que pouco tempo depois
contagiou a minha mãe. O meu pai apoiou-se na cama: “Não me estou a sentir bem!” - diz ele. Conclusão: tinha que tratar
dos meus dois progenitores. Já estava na altura de dar algo em troca, mostrar
que era capaz de tratar deles também. Foi o que fiz.
Fui até à cozinha. Abri a arca, procurei gelo
para pôr na perna da minha mãe (método RICE – matéria adquirida no meu 1º ano
de Fisioterapia. Não havia. Procurei outra
coisa que desse para o mesmo fim. Encontrei um saco de ervilhas (aquele
estereótipo de cenas congeladas). Peguei nisso. Peguei num paninho para embrulhar.
Peguei em 2 copos. Pus água e açúcar – eram para os albinos que se encontravam
no piso de cima.
Fui a correr com isso tudo na mão. Condicionei
o pé à minha mãe e dei a tarefa ao meu pai (que já se encontrava no quarto da
minha irmã sentado) de ligar ao INEM. Ele lá executou a tarefa, mas com certa
dificuldade: estava a dar informações um pouco erradas e tive que o corrigir,
senão a ambulância iria ter à minha casa antiga.
Depois de uns minutos de espera (entre 5 a 10min) chegou a ambulância. Entraram em casa e indiquei-lhes o caminho. Fizeram uma tala à minha mãe e levaram-na para o Hospital. Pensava que por hoje, já chegava de azar. Estava errado.
Não é que um
dos gajos do INEM pisou cocó de cão antes de entrar em minha casa?
Resumo do dia: mãe lesionada (partiu o perónio e
a tíbia, nos maléolos – mais uma vez 1º ano de FT), uma viagem de
ambulância, horas no Hospital e dois tapetes cagados (mais uma vez obrigado
gajo do INEM!).
Mais tarde descobri ainda que somos proprietários de um Swiffer partido: um dano colateral do
acidente da minha mãe.



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