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sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Rei Leão - o baptismo

O lado negro do Rei Leão


NANTS INGONYAMA BAGITHI BABA”: é desta forma que começa um dos grandes clássicos da Disney: o Rei Leão, que data de 1994 (viva a cultura geral, que nos dias de hoje assume o nome de Wikipédia!). Tivemos que procurar na Internet a letra desta parte, porque na nossa cabeça, desde que vimos pela primeira vez o filme, criamos a ideia de que o que era dito na música era qualquer coisa sem sentido, alguma coisa como “AHH TXIBENGA XIBIBI XIBABA”. Se bem que a parte do “TXIBENGA” sofre alguns polimorfismos para expressões como: “RIBENHA” ou “QUI BENGA”, mas o “baba” está lá. Pensamos que seja a parte mais importante uma vez que toda a gente a sabe de cor. Apesar de nos dizerem que esta parte se traduz em: “Here comes a lion, Father”, pela reacção dos animais, ao apressarem-se para o local, temos evidências suficientes para afirmar que o que é realmente dito é: “PESSOAL, O PUTO NASCEU. 'TÁ NA HORA DE DAR UMA BAPTIZA NO PUTO..... BABA.” - o “baba” tem de estar lá!


Enumerando os convidados que se reuniam para a festa temos, entre outros: gazelas, suricatas, chitas, elefantes, diversos tipos de aves, girafas, zebras, gnus. Só por esta diversidade de víveres ambulantes vemos que o Mufasa era um gajo cheio de pastel: a quantidade de comida que ele mandou vir para a festa. Sim, porque para quem não sabe: OS LEÕES COMEM OS OUTROS ANIMAIS! Portanto toda aquela azáfama inicial que nos é apresentada não é mais do que um serviço de catering. Para aquele leão que acaba sempre a desapertar o primeiro botão das calças (visto que come sempre que nem um leão AHAHAH.... ahah: pareceu-nos que resultava na altura), estaria disponível ainda um belo babuíno. Note-se que seria preparado no espeto, acessório que o próprio babuíno traz.





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Momento
Pausa-para-congratular-todos-os-intervenientes-da-Walt-Disney-que-participaram-na-realização-deste-filme”

O vosso conhecimento no que toca a matérias de biologia e interacções tróficas é extremamente precário, daí que enveredar pelo sinuoso caminho das Artes foi uma BOA opção de carreira. Estamos a imaginar-vos, se seguissem o ramo da Biologia, a criar projectos de animais em cativeiro, juntando leões com zebras, por exemplo.


Investigador 1:Oblá, a zebra não tinha cabeça esta manhã?
Investigador 2:Tinha... Oh, isto está tudo mal: primeiro, é o leão que não come o tofu que lhe damos e agora isto...
Investigador 1:É isso! Já percebi onde está a asneira. Eu bem te disse que a p*ta da zebra era alérgica ao tofu...

Isto é um dos episódios do “Cativeiro dos Artistas”: momentos para mais tarde recordar.
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Apesar desta evidência da cadeia alimentar deste ecossistema, nem por isso deixamos de ver sorrisos e manifestações de alegria nos “convidados”, tirando o elefante, que mais uma vez aparece de trombas (BA-DUM-TSS).

E agora falando com a girafa que aparece nesta cena inicial, que se dirige para o local da festa com a sua cria, para esse ser, o que nós temos a dizer é:
Ó girafa, afasta a tua catraia daí! Ou continuas a pensar que a tua tia Ester foi de férias para Madagáscar na semana passada?! Não, claro que não! Já está no bucho do teu Rei e de toda a nobreza… E eles agora olham para ti e pensam: “Pronto, a estúpida acreditou outra vez! Isto é como um restaurante que possui sistema de entrega ao domicílio!”.

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