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| O lado negro do Rei Leão |
“NANTS
INGONYAMA BAGITHI BABA”:
é desta forma que começa um dos grandes clássicos da Disney:
o Rei Leão, que data de 1994 (viva a cultura geral, que nos dias de
hoje assume o nome de Wikipédia!).
Tivemos que procurar na Internet
a letra desta parte, porque na nossa cabeça, desde que vimos pela
primeira vez o filme, criamos a ideia de que o que era dito na música
era qualquer coisa sem sentido, alguma coisa como “AHH
TXIBENGA XIBIBI XIBABA”.
Se bem que a parte do “TXIBENGA” sofre alguns polimorfismos para
expressões como: “RIBENHA” ou “QUI BENGA”, mas o “baba”
está lá. Pensamos que seja a parte mais importante uma vez que toda
a gente a sabe de cor. Apesar de nos dizerem que esta parte se traduz
em: “Here
comes a lion, Father”,
pela reacção dos animais, ao apressarem-se para o local, temos
evidências suficientes para afirmar que o que é realmente dito é:
“PESSOAL, O PUTO NASCEU. 'TÁ NA HORA DE DAR UMA BAPTIZA NO PUTO..... BABA.” - o “baba” tem de estar lá!
Enumerando
os convidados que se reuniam para a festa temos, entre outros:
gazelas, suricatas, chitas, elefantes, diversos tipos de aves,
girafas, zebras, gnus. Só por esta diversidade de víveres
ambulantes vemos que o Mufasa era um gajo cheio de pastel: a
quantidade de comida que ele mandou vir para a festa. Sim, porque
para quem não sabe: OS LEÕES COMEM OS OUTROS ANIMAIS! Portanto toda
aquela azáfama inicial que nos é apresentada não é mais do que um
serviço de catering.
Para
aquele leão que acaba sempre a desapertar o primeiro botão das
calças (visto
que come sempre que nem um leão AHAHAH.... ahah: pareceu-nos que
resultava na altura),
estaria disponível ainda um belo babuíno. Note-se que seria
preparado no espeto, acessório que o próprio babuíno traz.
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Momento
“Pausa-para-congratular-todos-os-intervenientes-da-Walt-Disney-que-participaram-na-realização-deste-filme”
O
vosso conhecimento no que toca a matérias de biologia e interacções
tróficas é extremamente precário, daí que enveredar pelo sinuoso
caminho das Artes foi uma BOA opção de carreira. Estamos a
imaginar-vos, se seguissem o ramo da Biologia, a criar projectos de animais em cativeiro, juntando
leões com zebras, por exemplo.
Investigador
1: “Oblá, a zebra não tinha cabeça esta manhã?”
Investigador
2: “Tinha... Oh, isto está tudo mal: primeiro, é o leão que não
come o tofu que lhe damos e agora isto...”
Investigador
1: “É isso! Já percebi onde está a asneira. Eu bem te disse que
a p*ta da zebra era alérgica ao tofu...”
Isto
é um dos episódios do “Cativeiro dos Artistas”: momentos para
mais tarde recordar.
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Apesar desta evidência da cadeia alimentar deste ecossistema, nem por isso deixamos de ver sorrisos e manifestações de alegria nos “convidados”, tirando o elefante, que mais uma vez aparece de trombas (BA-DUM-TSS).
E
agora falando com a girafa que aparece nesta cena inicial, que se
dirige para o local da festa com a sua cria, para esse ser, o que nós
temos a dizer é:
Ó
girafa, afasta a tua catraia daí! Ou continuas a pensar que a tua
tia Ester foi de férias para Madagáscar na semana passada?! Não,
claro que não! Já está no bucho do teu Rei e de toda a nobreza…
E eles agora olham para ti e pensam: “Pronto,
a estúpida acreditou outra vez! Isto é como um restaurante que
possui sistema de entrega ao domicílio!”.











